quinta-feira, 27 de abril de 2017

Freixo Family Collection é o vinho preferido de Emmanuel Macron


Sabia que o candidato presidencial francês gosta de vinhos portugueses e em ocasiões mais especiais, prefere um copo do Freixo Family Collection: "o melhor do melhor"?
Na “cantina gourmet” Da Rosa, no bairro de Saint-Germain-des-Près, em Paris, há afetos e sabores portugueses. Por lá já passaram muitas personalidades, Emmanuel Macron e a esposa Brigitte são dos mais fiéis clientes. José da Rosa, proprietário do espaço, chegou a França com apenas seis anos, conhece bem a realidade do país e é amigo e apoiante de Emmanuel Macron, candidato à presidência da República francesa, facto que lhe permite dar a conhecer um bocadinho de Portugal pelos sabores e aromas, aconselhando e produtos genuinamente portugueses.
De acordo com a informação da agência Lusa, ficamos a saber que José da Rosa importa vinhos portugueses, entre eles “o vinho do Pedro Vasconcellos e Souza que tem uma adega das mais bonitas de Portugal e que está no Alentejo, no Freixo”. E partilhou ter dito há uns meses ao Emmanuel Macron: "Tens que provar este", servindo-lhe o Freixo Family Collection tinto 2014, agora o vinho preferido do candidato em ocasiões mais especiais, garantindo que beber Freixo Family Collection é desfrutar do "melhor do melhor". José da Rosa espera levar este vinho português para os salões do Palácio do Eliseu, onde o seu presunto pata negra já tinha deliciado o antigo presidente Jacques Chirac, mesmo a altas horas da noite.
A Herdade do Freixo contempla 300 hectares de paisagem alentejana a 450 metros de altitude. Ali, a 40 metros de profundidade, existe uma adega única no mundo, desenhada pelo arquiteto Frederico Valssassina, voltada para o futuro, desenhada para o sucesso, onde nascem grandes vinhos: Freixo Reserva branco 2015, Freixo Reserva tinto 2014; Freixo Family Collection tinto 2014 (o vinho Premium da Herdade do Freixo), todos com “Indicação Geográfica Alentejano”; e em breve serão apresentadas novidades.

O vinho preferido de Emmanuel Macron, o Freixo Family Collection tinto 2014 foi elaborado com Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Alicante Bouschet e Petit Verdot. É, efetivamente, um vinho especial que resulta de estágio inicial de 14 meses em barricas novas de carvalho francês ao qual se seguiu um estágio de 8 meses em garrafa. É um vinho com grande potencial de guarda. O Freixo Family Collection tem um PVP recomendado de 34€. Foram produzidas 6.600 garrafas de 0,750 cl que estão disponíveis em pontos de venda selecionados de Portugal e do mundo.
 


terça-feira, 25 de abril de 2017

Conhece a FIA? Eu Adoro!





Vem aí o momento do ano mais desejado em termos de feiras, a FIA 2017, a maior feira intercultural da Península Ibérica que faz 30 anos este verão e já tem data marcada. Reserve já na sua agenda – vai-se realizar de 24 de junho a 2 de julho e eu não vou perder mais esta edição.


Sob o lema “Sentir o passado, viver o presente, experimentar o Futuro”, a Fia prepara-se para brindar os visitantes com peças de artesanato, sabores, danças e tradições dos quatro cantos do mundo, celebrando assim o grande encontro de culturas. Durante 9 dias, a FIL no Parque das Nações será a plataforma de excelência para a promoção da identidade e desenvolvimento dos territórios nacionais e internacionais, tanto a nível económico, como cultural e turístico. Com organização da Fundação AIP, em colaboração com o IEFP – Instituto do Emprego e Formação Profissional, a FIA Lisboa junta num só espaço a diversidade de produtos com origem no Património Material e Imaterial, aproveitamento de recursos naturais e agentes económicos associados à criatividade, inovação e talento, promovendo o desenvolvimento dos territórios nacionais e internacionais.



E este ano vão estar presentes mais de 400 entidades e empresas, entre artesãos nacionais e internacionais, entidades ligadas ao desenvolvimento rural e regional e agentes na área da gastronomia artesanal e tradicional e restauração. Confirmados estão, também, cerca de 30 países que vêm na FIA Lisboa a possibilidade de conhecerem profissionais, colecionadores e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como entusiastas do artesanato enquanto manifestação cultural. Este ano, a FIA Lisboa conta com uma maior representação estrangeira por parte da Índia e a Europa está representada, até ao momento, por Espanha, Itália e França. A Venezuela participa pela primeira vez, fazendo parte das Participações Oficiais juntamente com o Vietname. Também Marrocos, Congo, Perú, Nepal, Equador, Egipto, Quénia, Tunísia, Turquia, Indonésia, são alguns países já confirmados.


Esta edição comemorativa promove, igualmente, a Semana da Gastronomia Tradicional onde a diversidade de produtos e paladares característicos das regiões de Portugal mostram o Património Gastronómico como um ícone da cultura nacional.


Recomendo a feira porque todos os anos consigo comprar desde objetos de decoração, a peças de vestuário, passando por uma infinidade de surpresas que normalmente não estão disponíveis por cá e ainda por cima com valores bastante interessantes para quem procura originalidade e qualidade sem gastar muito dinheiro.


Se está a pensar ir tome nota de duas informações importantes: uma é que em breve vamos ter um passatempo e oferecer entradas a outra é que se não conseguir ganhar o passatempo, pode comprar o bilhete de entrada através da plataforma Ticketline e usufruir de um desconto de 20%.

domingo, 23 de abril de 2017

Quinta do Almaraz, a Almada Fenícia que poucos conhecem


Vou contar uma história com muitos anos e que está preservada até hoje debaixo da terra, uma história que não se perdeu porque quando as terras iam ser loteadas para construção a Camara de Almada comprou os terrenos. Uma história com muitos anos contada numa zona pouco conhecida de Almada.
Esperava encontrar mais mas quando cheguei vi uns muros mesmo junto ao castelo e deparei-me com uma quinta onde alguns agricultores de horas livres cultivam o seu pedaço de terra. A vista de 360º graus era deslumbrante, sobre o mar e o ar, puro, sabia bem quando respirava fundo e enchia os pulmões.
Foi por entre árvores de fruta, favas, ervilhas, cebolas, batatas e tantos outros produtos que descobri uma outra Almada, a do início da sua povoação, a do tempo dos Fenícios.
Desde à muito que o local onde se encontra a Quinta do Almaraz é considerado um local privilegiado para a fixação das comunidades. Para além de ser de fácil acesso tem um domínio visual sobre o território envolvente e está muito perto de Cacilhas, mesmo junto à entrada do rio Tejo, importante estrada de acesso antigo à autoestrada que era o Oceano Atlântico. Mas foram os Fenícios durante a sua diáspora que ocuparam o território há cerca de 2700 anos atrás e que tiveram maior impacto na região, tornando este local num dos maiores e mais importantes povoados do Ocidente da Península Ibérica.
De tudo o que existe em redol do local dá para adivinhar que até agora só se conhece um pouco de tudo o que existe ainda para descobrir, tapado por terra com muitas centenas de anos. A descoberto foram identificadas áreas de habitação na parte mais alta do povoado sendo de destacar o facto de se apresentarem com uma planta retangular e não redonda e com divisões dentro de casa. As paredes seriam em adobe e os pavimentos em argila. Dentro de algumas divisões identificaram-se lareiras contudo a pedra usada era local havendo assim um misto de influências nas construções deste povoado.
O local era delimitado por um fosso e uma muralha servindo de defensa contra as invasões de outros povos e de animais como por exemplo o urso (dá para acreditar que naquela época havia ursos em Almada que ameaçavam as populações?).
A escavação do interior do fosso forneceu um importante espólio, servindo para enriquecer os conhecimentos do quotidiano que temos destes povos. Por aqui encontraram-se peças de cerâmica de mesa e de cozinha e instrumentos utilizados nas atividades artesanais como tecelagem, pesca e olaria. Para além disso foi possível descobrir que a população dedicava-se também à agricultura, à pastorícia e à metalurgia do ouro, ferro e cobre.
Até ao início do séc. XX este local funcionou como uma pedreira o que destruiu muitos vestígios, hoje em dia encontra-se cuidadosamente cuidado, servindo a agricultura também para manter a zona livre de mato denso.
As visitas à Quinta do Almaraz em Almada, na Alameda do Castelo, realizam-se de maio a outubro sendo necessário fazer marcação previamente para arquelogia@cma.m-almada.pt.
























Flores de Curgete, a entrada mais simples

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Adegga WineMarket regressa ao Porto


O Porto Palácio Congress Hotel & Spa volta a abrir portas ao Adegga WineMarket, um dos melhores eventos de vinho a nível nacional, no próximo dia 29 de Abril entre as 14h e as 21h. 
O Adegga WineMarket é um conceito criado pelo Adegga, com o objectivo de aproximar consumidores e produtores. O visitante tem a possibilidade de descobrir 500 vinhos, entre os 5€ e os 50€, de 60 produtores selecionados. Nesta edição, para além da exclusiva Sala Premium com os seus vinhos raros e antigos, será possível fazer uma prova especial com o director da revista Vinho Grandes Escolhas na Adegga Masterclass: 12 Grandes Escolhas de Luís Lopes, que terá lugar às 17h e tem um custo de 45€ por pessoa, que já inclui a entrada no Adegga WineMarket e um vale de compras. Por seu turno, a mesa de Speed Tasting permitirá que pequenos produtores com projectos inovadores apresentem os seus vinhos durante uma hora à audiência do evento. No Adegga Food & Wine vão ser apresentados os petiscos de Álvaro Costa, o novo chef do Porto Palácio Congress Hotel & Spa, que poderão ser combinados com os mais de 500 vinhos em prova no Adegga WineMarket Porto 2017. 
O Adegga WineMarket, organizado por André Ribeirinho, André Cid e Daniel Matos, aproxima produtores e consumidores de vinho através de uma plataforma de eventos. Em 2009, o Adegga criou o conceito do Adegga WineMarket que, em mais de 20 edições, elevou a qualidade dos eventos de vinho integrando Prova & Compra, Loja Online do Evento, Sala Premium e a tecnologia SmartWineGlass. A Sala Premium é uma zona exclusiva dentro do Adegga WineMarket com prova de vinhos topo de gama e vinhos do Porto antigos, sendo uma oportunidade para provar vinhos especiais. A tecnologia SmartWineGlass, premiada internacionalmente, permite aos visitantes do evento recordar e guardar os produtores visitados e os vinhos provados através do envio automático, após o evento, de um e-mail personalizado. Estas são algumas das inovações que tornaram o Adegga WineMarket numa referência na indústria do vinho. Através de uma comunicação moderna e orientada para o consumidor, o Adegga WineMarket trouxe novos consumidores para o vinho e deu a conhecer mais de 200 produtores de qualidade. Em anos anteriores o Adegga internacionalizou o conceito e levou os produtores Portugueses a Bruxelas, Berlim e Estocolmo.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Preparem-se para a emoção este fim de semana no Algarve

 
É já nos próximos dias 21, 22 e 23 de abril que se realiza o Grande Prémio de Portugal / Algarve em Portimão, a primeira prova do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 em Motonáutica, um dos mais emocionantes desportos de alta velocidade a nível mundial. O evento tem lugar no estuário do rio Arade e regressa com o aliciante de incluir dois espetáculos desportivos imperdíveis, uma vez que junta a modalidade da F4 ao “prato principal” da F1. Com 9 equipas participantes de seis países diferentes e 18 grandes pilotos de 11 nacionalidades, a especialidade de F1 é a mais antiga, mais internacional e mais bem-sucedida da motonáutica.
Os Emirados Árabes Unidos são o país mais representado com três equipas: a Victory Team, liderada pelos pilotos Ahmed Al Hameli e Shaun Torrente; a Team Abu Dhabi, cuja equipa é constituída pelos pilotos Thani Al Qamzi, Alex Carella e Rashed Al Qamzi; e a Emirates Racing Team, dos pilotos Marit Stromoy e Mike Szymura. Convém realçar que a norueguesa Stromoy é a única piloto do sexo feminino num desporto tradicionalmente dominado por homens, tendo já feito história em Portimão em 2011 ao tornar-se a primeira mulher na F1 a conseguir uma pole position. Segue-se a CTIC F1 Shenzen China, equipa do atual tri-campeão do mundo Philippe Chiappe, que venceu também em Portimão no ano passado. O francês procura começar a sua campanha por um quarto título mundial da melhor maneira, com a revalidação da vitória no Grande Prémio de Portugal. É acompanhado do seu compatriota Peter Morin. A Itália faz-se representar por duas equipas, a Mad-Croc Baba Racing dos pilotos Sami Selo e Filip Roms e a Blaze Performance, liderada pelos pilotos Bartek Marszalek e Francesco Cantando. A França e a Suécia também apresentam uma equipa cada uma, a Maverick F1 que conta com os pilotos Cédric Deguisne e Amaury Jousseaume; e a Team Sweden, representada por Jonas Anderson e Erik Stark. Finalmente, Portugal apresenta a F1 Atlantic Team, liderada por Duarte Benavente. Benavente é um dos pilotos mais experientes do circuito mundial da Fórmula 1 em Motonáutica, modalidade onde vai iniciar a sua 19ª temporada, precisamente no sítio onde se estreou em 1999: no rio Arade em Portimão. Em 2016, o lisboeta alcançou o oitavo lugar no Grande Prémio de Portugal/Algarve e foi um de dois pilotos a conseguir pontos em todos os Grandes Prémios do Campeonato do Mundo, feito que lhe permitiu alcançar no final do ano o 9º lugar da classificação. É acompanhado este ano pelo rookie australiano Grant Trask.
Portimão em geral e o Rio Arade em particular oferecem excelentes condições para a realização de provas desportivas desta natureza. O município tem sido palco, na última década, de múltiplos grandes eventos pelo que tem um capital de know-how acumulado bastante grande que permite que o melhor apoio logístico seja oferecido aos organizadores deste Grande Prémio. Adicionalmente, o Rio Arade permite a realização de uma prova de grande espetacularidade, num circuito bastante técnico de quase dois km’s, implantado entre a ponte rodoviária e o Convento de São Francisco.
Os treinos, as classificativas e as provas não são as únicas atrações deste evento. A zona do Paddock, composto por uma área de 13.800 metros quadrados, a maior de todo o circuito mundial, e permite aos espectadores visitarem as boxes e terem contacto com os melhores pilotos e equipas do mundo da modalidade. Haverá visitas guiadas durante as manhãs de sábado e domingo, entre as 11h00 e as 11h50, ao que se somará uma sessão de autógrafos no sábado, entre as 14h30 e as 15h30, junto ao pódio. As visitas têm a duração de 10 minutos, são gratuitas mas exigem inscrição no local no próprio dia e estão limitadas a um máximo de 20 pessoas por visita.
Esta prova insere-se numa estratégia da Associação de Turismo de Portimão de continuar com a realização de grandes eventos capazes de atrair milhares de pessoas, tendo por isso trabalhado para manter na cidade este evento de nível mundial. Acresce que a realização desta prova num fim-de-semana prolongado (com o feriado do 25 de Abril), permitirá aos interessados de fora do Algarve uma escapadinha com adrenalina em Portimão, permitindo-lhes usufruir ao mesmo tempo das emoções fortes da alta velocidade e de todos os outros atrativos (praias, gastronomia) do Município.
Esta prova é uma organização da F1h20/UIM, com organização local da Associação Turismo de Portimão e Município de Portimão, contando com o apoio local da Capitania do Porto de Portimão; Administração dos Portos de Sines e do Algarve, S.A., EMARP, Docapesca e Turismo do Algarve, com o apoio técnico da Federação Portuguesa de Motonáutica e do Clube Naval de Portimão e o patrocínio do grupo Interpass; Autorent; Delta cafés, restaurante Myself e Turismo de Portugal.
 
  
Condicionamentos de trânsito
Em virtude do elevado número de pessoas esperado e por recomendação da Polícia de Segurança Pública vão ocorrer alterações à circulação automóvel na Zona Ribeirinha de Portimão, no sábado (22 de abril) e no domingo (23 de abril), no período horário das 9h às 17h. A circulação automóvel na Avenida Guanaré vai estar condicionada, sendo possível transitar autocarros. A Avenida Afonso Henriques (avenida da “Segurança Social”) terá uma inversão de sentido, permitindo ao trânsito que vem da Praia da Rocha, entrar em Portimão. Já a circulação automóvel na Rua D. Carlos I mantém-se, permitindo que o trânsito circule entre Portimão e a Praia da Rocha. Adicionalmente, algumas ruas transversais a estas vias serão temporariamente encerradas ao trânsito.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

De Lisboa a Cascais são 40 minutos de comboio














Ir de comboio a Cascais é a sugestão de hoje para descobrir melhor Lisboa e o que a rodeia.


Temos a sorte de morar numa capital com praias excelentes mesmo ao lado, a poucos minutos de comboio e onde é tão fácil deslocar-se que não precisa de carro. A viagem de ida e volta custa perto de €5. Quando o comboio começou a andar, a horas e bem devagarinho fiquei a pensar que uma cidade assim parece que foi desenhada para facilitar a vida a quem nos visita.


Lisboa é servida por uma boa rede de metro, com ligação aos barcos, que atravessam o Rio Tejo e ao comboio, que demora do Cais do Sodré, mesmo no centro da cidade (primeira paragem) até Cascais (ultima paragem, pouco mais de meia hora.


A paisagem que se aprecia do comboio é de uma cidade iluminada, de espaços próprios para desfrutar o ar livre, para praticar desporto ou simplesmente conviver e ao longe, primeiro o rio que aos poucos se vai transformando no mesmo mar de sempre, um mar azul com pequenas praias citadinas mas bastante cuidadas.


Muito longe vai o tempo em que estas praias estavam poluídas, hoje, para bem de todos, temos a praia mesmo à porta da capital. Se vem a Portugal traga protetor solar. Como somos um país muito afortunado onde mesmo em abril é muito fácil apanhar um escaldão.


As fotos foram prejudicadas pelo vidro do comboio mas mostra como é fácil para qualquer turista que vem a Lisboa desfrutar muito facilmente de um bom banho de mar e de muito sol. O caminho é muito fácil, o comboio sai do Cais do Sodré, passa por Santos e Alcântara. Até aqui estamos dentro de Lisboa e se de um lado podemos apreciar a paisagem do rio do outro temos uma visão mais industrial da cidade, que aos poucos se tem vindo a modificar, ganhando um cariz urbano e mais residencial.


Belém marca a mudança, excelente para comer uns Pasteis de Belém para quem parar, Belém é o ultimo ponto sem praia que se encontra. A partir daqui, na Cruz Quebrada, Caxias, Paço de Arcos, Santo Amaro, Oeiras, Carcavelos, Parede, S. Pedro e S. João, Estoril, Monte Estoril e Cascais é só escolher a praia que mais gosta pois em todos estes pontos é possível hoje em dia encontrar pessoas a desfrutar do sol, à pesca ou a praticar desporto. Todas diferentes, todas iguais, assim são as praias da linha de Cascais, se não acredita aproveite este bom tempo e parta à descoberta.    
























Chegada a Lisboa - Cais do Sodré