Bleisure = Negocios + Lazer

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Estava tão longe deste tema quando um amigo me escreveu o seguinte:

“Se bem que no passado dizíamos Leisure, hoje existe um novo conceito, que acho que devias ponderar e colocar talvez neste teu blog o que é o “Bleisure”, que surgiu com esta malta jovem (nascidos entre 1980 e 2000, geração milenar ou geração y ou geração C (sempre conectada), mas que nós também aproveitamos e fazemos parte desta juventude, Bleisure = Negocios + Lazer”

E de repente BLeisure passou à frente de tudo e ganhou relevância. Amanhã regressam os destinos mas as novas tendências não se podem ignorar no turismo sob o risco de poder significar perda de competitividade e consequentemente de vendas.

Assim, na sequência do Turismo Solidário, que é por si uma nova tendência do turismo, é agora a vez de se perceber um pouco melhor o que é o Bleisure e porque é que pode ser tão relevante no futuro próximo.

É fácil de perceber que o termo tem origem na junção de Business com Leisure, união de trabalho com lazer, termo que nasce nos EUA.

Mas o que é exatamente esta tendência que preocupa as unidades e que está em franco crescimento no continente americano (especialmente EUA e Brasil)?

Muito recentemente os hoteleiros começaram a verificar uma procura diferente por parte dos seus clientes que viajam em negócios, o que levou inclusive, algumas cadeias internacionais como a Accor ou a Pullman a adotarem este conceito promovendo-o ativamente.

Qual é o perfil destes clientes? Os clientes de BLeisure são clientes Corporate, que procuram hotéis modernos, contemporâneos e multiculturais. Esta mudança de atitude trouxe consigo uma mudança de imagem destes hotéis estendendo-se em alguns casos a um novo visual dos funcionários, nova gastronomia e a transformação dos espaços comuns em espaços mais interactivos, onde quem não está hospedado é convidado a vir jantar e visitar p.e. exposições de artistas locais, podendo interagir assim ativamente com os hospedes. Estes novos clientes apreciam o movimento, a interação e não vivem sem estar ligados à web, assumindo assim os hotéis que despertam para esta nova realidade uma nova postura para com os clientes, passando a apresentar uma mais rápida, intuitiva e segura experiência digital, disponível gratuitamente em novos espaços como em toda a área do hotel, do lobby à piscina.






( fotos: Hotel Salinas, Sal, Cabo Verde)

Este novo posicionamento das marcas é feito à medida para os clientes que procuram novas experiência, que são normalmente trabalhadores árduos mas que apreciam igualmente a diversão. São pessoas que apesar de estarem muito tempo em viagem sentem saudades da família e amigos. Em 2013, num comunicado enviado à comunicação social, o Diretor Global de Marketing da Accor, Gregoire Champetier, explica muito bem esta nova forma de gestão: “Para nos diferenciar nesse mercado é importante que ofereçamos além de serviços, emoções. Cada viagem deve ser uma experiência enriquecedora que melhore a produtividade e criatividade no trabalho, sem perder de vista a agradável dimensão social das viagens. Repensamos o posicionamento da Pullman para atender a esta tendência”.

Mas onde está a oportunidade de negócio nesta nova tendência do turismo? De acordo com informação disponibilizada pela PhoCusWright, empresa que se dedica à pesquisa de viagens, “cerca de 47% dos americanos que viajam a negócios acrescentaram dias de lazer a pelo menos uma de suas viagens a trabalho em 2011”.

Então quais são algumas das tendências a que se deve prestar atenção? Existe agora o crescimento de um turista mais indepedente devido à nova era digital, pelo que a alternativa será a personalização do serviço. Por outro lado a linha que separa as viagens em serviço do lazer tende a atenuar-se e quem viaja em trabalho aproveita para ficar mais um dia ou dois dias conhecendo melhor a região e desfruntando eventualmente da companhia de quem lhe é mais próximo.

Por outro lado, os clientes procuram experiências mais diferenciadas, quando iniciam a viagem já estão devidamente informados sobre o destino e procuram experiências mais feitas à sua medida.

E por ultimo, mas igualmente importante, vivemos uma época de imagem, de sensações imediatas. O visual é a nova ferramenta de marketing. Estamos todos cada vez mais dependentes das redes sociais como o facebook, o Instagram, o You Tube, entre outras. E se as marcas se estão a virar activamente para esta grande tendencia é porque o negocio se faz agora de forma diferente, graças em garnde parte, á influencia destas novas gerações que começam a chagar ao mercado de trabalho, com uma nova atitude de vida.

Fontes para elaboração do texto:




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