Roma da história ou Roma das lambretas?

 


Quem pensa que Roma é só classicismo e grandes monumentos históricos é porque não conhece bem esta cidade fantástica, por sinal cheia de estrangeiros mas onde ainda é possível encontrar italianos, daqueles com sorriso atrevido, que nos piscam o olho e nos fazem sentir felizes.

Roma é como se fosse um bolo de camadas, delicioso no seu aspeto geral e cheio de surpresas a cada dentada. Uma delícia do princípio ao fim, por isso vale a pena aproveitar bem esta viagem.

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A quantidade de monumentos que tem de conhecer obriga a algumas medidas drásticas como calçado muito pratico, um roteiro elaborado cuidadosamente antes de sair de casa, mapas da cidade, fome q.b. para comer umas fatias de pizza enquanto caminha (porque só se vive uma vez e aqui não se pode desperdiçar o tempo) e se for no inverno um casaco bem quente. Roma é um monumento gigante ao ar livre, onde encontra tesouros inesquecíveis carregados de cultura como museus, templos, galerias, praças e igrejas ao virar de cada esquina.





 

Para começar a saborear esta cidade é fundamental visitar o Centro Histórico, A Basilica de São Pedro e a Praça de São Pedro, a Fontana de Trevi, o Museu do Vaticano e a Capela Sistina, o Campo de Fiori, o Coliseu, o Panteão, a Arcibasilica di San Giovanni in Laterano, a Basílica de Santa Maria Maggiore, a Abadia de San Paolo Fuori Le Mura, a Igreja de San Luigi dei Francesi, a Igreja de Sant'Ignazio di Loyola, a Basilica de San Clemente al Laterano, a Piazza Navona, o Fórum Romano, o Castelo Sant'Angelo, a Piazza di Spagna, as Catacumbas de São Calisto, o bairro de Trastevere, o Parque Gianicolo, a Piazza del Popolo, a Piazza Venezia e o Monumento a Vittorio Emanuele II, o Porta Portese (mercado de pulgas), a Praça do Capitólio, e ainda só paramos para respirar fundo pois a cidade tem muito mais para oferecer aos visitantes. Assim, de uma só vez não se fica a conhecer tudo e é preciso regressar para descobrir novas surpresas nesta cidade extraordinária.
 







 

Se viaja com o tempo contado arrisque e alugue uma lambreta, o transito em Roma é caótico e desordenado, por isso mesmo se vêem tantas motoretas a cada esquina, fazendo recordar Audrey Hepburn e Gregory Peck no filme de 1953, Ferias em Roma, película em que a atriz foi premiada com um Óscar. Este filme foi nomeado para 10 Óscares da Academia. Audrey Hepburn retrata de uma jovem princesa dos dias de hoje que vive revoltada com as suas obrigações reais sendo está uma boa forma de se preparar para ver Roma pela primeira vez. Antes de iniciar a viagem siga este casal romântico que decide explorar Roma e comece a sentir o sabor da viagem que se aproxima.


Para além dos transportes públicos, a outra hipótese é alugar um carro, de preferência bem pequeno, para conseguir estacionar facilmente pela cidade mas prepare-se para a aventura, conduzir em Roma é viver com muita emoção.










 

Existem muitos filmes que imortalizaram esta cidade. Quem não se recorda de outro clássico, desta vez de Federico Fellini, La Dolce Vita. Filmado em 1960, é inesquecível a cena em que a bela Anita Ekberg se banha na Fontana di Trevi.

E claro, os grandes filmes históricos sobre Roma antiga, verdadeiros clássicos, alguns brutais, que retratam o Império Romano e toda uma época majestosa, plenos de emoção e que ajudam a estruturam a visita que vai em breve iniciar.

Mas Roma não vive só de história, filmes e lambretas.



 
Existe uma Roma moderna, palpitante de energia, cheia de praças e esplanadas com pequenos cafés e restaurantes de tirar o fôlego. Nesta Roma, a nossa, dos tempos modernos, existem mercados ao ar livre para conhecer, praças com pintores, pequenas lojas com peças a preço acessível e de qualidade, e restaurantes que tem de experimentar. Por mais cansado que se possa estar a noite em Roma também é para aproveitar. Vá para a rua e aproveite a cidade ao máximo, as praças continuam cheias de vida e os monumentos que viu durante o dia à noite ganham uma nova energia.


 

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